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        <title><![CDATA[Tathi Ferreira]]></title>
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        <description><![CDATA[Noticiar - Tathi Ferreira]]></description>
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                    <dc:rights><![CDATA[Copyright© 2026 Noticiar: Portal de notícias do GuiaBom.com - Todos os direitos reservados.]]></dc:rights>
        
                        <item>
                    <title><![CDATA[Pandora lança “Máquina do Tempo”, audiovisual inspirado nos anos 80 e 90]]></title>

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                    <description><![CDATA[]]></description>

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                    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:46:21 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="mso-spacerun: yes;">   </span>A banda gaúcha <b>Pandora</b> lançou <i>Máquina do Tempo</i>, novo projeto audiovisual disponível nas plataformas digitais. Inspirado na música e na estética dos anos 80 e 90, o trabalho transforma a nostalgia em uma experiência que reúne música, imagem, figurino e memória.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal">A proposta parte da ideia de que algumas músicas têm o poder de fazer o tempo voltar. Uma melodia, um riff ou os primeiros acordes podem despertar lembranças e conectar diferentes gerações, independentemente de idioma ou fronteira. “Clássico não precisa de tradução” é uma das ideias que atravessam o projeto.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal">Gravado no All Need Master Hall, em Caxias do Sul (RS), <i>Máquina do Tempo</i> tem <b>“Voyage Voyage”</b> como destaque da comunicação e uma das portas de entrada para a experiência audiovisual.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal">Natural de <b>Feliz (RS)</b>, a Pandora mantém sua formação original, com <b>Xandi Gonçalves</b>, <b>Ivan Luz</b>, <b>Diego Schardong</b> e <b>Samuel Pesan</b>. A banda chega ao novo trabalho após projetos como <i>Pra Sentir e Viver</i> (2024), <i>Pandora Rock Baladas</i> (2025) e o single autoral <i>Vai com Medo Mesmo</i>, que teve videoclipe produzido com Inteligência Artificial.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal">A relação com os anos 80 e 90 também está presente na identidade visual da banda, nos figurinos e na maneira como constrói suas apresentações. Em <i>Máquina do Tempo</i>, essas referências se unem em uma experiência audiovisual que busca resgatar músicas e memórias que continuam atravessando gerações.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><b>SERVIÇO</b><br><b>Pandora — <i>Máquina do Tempo</i></b><br><b>Formato:</b> Projeto audiovisual / DVD<br><b>Música de trabalho:</b> “Voyage Voyage”<br><b>Disponibilidade:</b> Plataformas digitais<br><b>Instagram:</b> @bandapandoraoficial<o:p></o:p></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Rock Rec Festival mostra força do rock nacional em noite de grandes encontros]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/rock-rec-festival-mostra-forca-do-rock-nacional-em-noite-de-grandes-encontros</link>
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                    <description><![CDATA[]]></description>

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                    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 12:47:10 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do Rock Rec Festival, realizada no sábado (19), na área externa do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, terminou deixando uma impressão positiva para quem acompanhou a maratona de shows. Com cerca de nove horas de programação, grandes nomes do rock brasileiro, artistas pernambucanos e um público de diferentes gerações dividiram o mesmo espaço em uma noite marcada por sucessos conhecidos e muita conexão com a plateia.</p>
<p>Mais do que reunir bandas de diferentes períodos da música brasileira, o festival mostrou que existe espaço para um evento dedicado ao rock em Pernambuco. A programação colocou no mesmo line-up Nação Zumbi, Biquini, Jota Quest, Capital Inicial, Charlie Brown Jr. e Camisa de Vênus, além de sete atrações da cena local. O resultado foi uma noite com forte apelo nostálgico, mas sem deixar de lado a produção contemporânea do Estado.</p>
<p>Nesse contexto, a Festa Cheia Produções merece destaque pelo trabalho de construção do festival. A produtora conseguiu transformar uma programação extensa em uma experiência que valorizou tanto artistas consagrados quanto nomes que representam a cena pernambucana. O modelo adotado, com três palcos e diferentes atrações, também ajudou a dar ao evento uma identidade própria.</p>
<p><strong>Uma programação pensada para diferentes gerações</strong></p>
<p>Um dos grandes méritos do Rock Rec Festival foi justamente não apostar em apenas uma geração de fãs.</p>
<p>Quem cresceu ouvindo o rock brasileiro dos anos 1980 encontrou Capital Inicial e Camisa de Vênus. O público que viveu a explosão do pop rock nas décadas seguintes teve Jota Quest e Biquini. Já os fãs que carregam uma relação mais forte com o rock dos anos 1990 e 2000 puderam reencontrar a música do Charlie Brown Jr.</p>
<p>No meio dessa mistura estava a Nação Zumbi, representante fundamental da música pernambucana e de uma sonoridade que ultrapassou as fronteiras do Estado.</p>
<p>Essa diversidade fez diferença. O festival não ficou preso a uma única fórmula e conseguiu trabalhar com diferentes referências do rock nacional. É justamente essa capacidade de conversar com públicos distintos que ajuda a explicar a força do evento.</p>
<p>O Rock Rec Festival, nesse sentido, funcionou também como um encontro de memórias. Pais, filhos, amigos e fãs de diferentes idades puderam compartilhar músicas que fazem parte da história pessoal de muita gente.</p>
<p><strong>Biquini teve um dos grandes momentos da noite</strong></p>
<p>Entre os destaques apontados na cobertura do evento esteve a apresentação do Biquini. A banda, que participou das três edições do festival, voltou a demonstrar sintonia com o público pernambucano.</p>
<p>O vocalista Bruno Gouveia chamou atenção pela disposição no palco e pela interação com os fãs. O repertório conhecido ajudou a transformar a apresentação em um dos momentos de maior proximidade entre artista e plateia.</p>
<p>A participação do Biquini também simboliza uma característica importante do Rock Rec: a capacidade de criar vínculos com atrações que retornam ao festival. Quando uma banda participa de diferentes edições e mantém uma relação positiva com o público, cria-se uma espécie de tradição.</p>
<p>E o festival parece estar começando a construir justamente isso.</p>
<p><strong>O espaço para Pernambuco foi um acerto</strong></p>
<p>Outro ponto que merece elogio foi a presença do Palco Pernambuco.</p>
<p>Macfly, Bob Tayson, Anabela, Papaninfa, Zero Bronca, Vitraz e Fantasma tiveram espaço dentro da programação para apresentar seus trabalhos. A iniciativa evita que um festival de grande porte fique restrito apenas a atrações nacionais já consolidadas.</p>
<p>Essa escolha é particularmente relevante em Pernambuco, um estado conhecido pela força de sua produção musical.</p>
<p>O Recife tem uma história importante na música brasileira e revelou artistas e movimentos que alcançaram projeção nacional. Portanto, abrir espaço para bandas locais dentro de um festival desse tamanho não é apenas uma questão de quantidade de atrações. É também uma forma de conectar a história do rock nacional com aquilo que está sendo produzido atualmente no Estado.</p>
<p>O Palco Pernambuco funcionou como uma vitrine. Para os artistas locais, estar na mesma programação de nomes conhecidos nacionalmente significa também ganhar a oportunidade de alcançar um público que talvez ainda não conheça seus trabalhos.</p>
<p><strong>A Festa Cheia acerta ao apostar no festival</strong></p>
<p>A realização de um evento desse porte exige mais do que contratar artistas conhecidos. Existe toda uma operação por trás de uma programação com várias atrações, três palcos e aproximadamente nove horas de música.</p>
<p>Nesse aspecto, a terceira edição reforça a percepção de que a Festa Cheia Produções encontrou um formato capaz de sustentar o Rock Rec Festival no calendário cultural pernambucano.</p>
<p>A escolha de uma programação que mistura nostalgia, grandes sucessos e artistas locais ajuda a explicar a identidade que o festival vem construindo.</p>
<p>O evento não tenta reinventar o rock. E talvez esse seja justamente um de seus acertos.</p>
<p>A proposta é oferecer ao público a oportunidade de ouvir ao vivo músicas que já fazem parte da memória afetiva de várias gerações, em uma estrutura de festival. É uma fórmula simples, mas que depende de uma execução consistente para funcionar.</p>
<p>E a resposta do público, com a área externa do Centro de Convenções recebendo uma multidão, mostra que existe demanda para esse tipo de experiência.</p>
<p><strong>Um evento que já cria tradição</strong></p>
<p>A terceira edição é um número importante para qualquer festival.</p>
<p>Depois da novidade inicial, chega o momento em que o evento precisa provar que não foi apenas uma iniciativa pontual. O Rock Rec começa a entrar justamente nessa fase.</p>
<p>A permanência de atrações, a presença de artistas locais e a capacidade de reunir diferentes gerações são elementos que contribuem para a construção de uma identidade.</p>
<p>O próprio retorno do Biquini pelo terceiro ano consecutivo mostra que algumas atrações já começam a fazer parte da história do festival.</p>
<p>Outro fator importante é a relação com Recife e Olinda. A realização na área externa do Centro de Convenções coloca o festival em uma região estratégica para receber público de diferentes pontos da Região Metropolitana.</p>
<p>A escolha do local também contribui para dar ao evento uma dimensão compatível com a proposta de reunir grandes nomes do rock nacional.</p>
<p><strong>O rock brasileiro ainda tem público</strong></p>
<p>Talvez a principal mensagem deixada pelo Rock Rec Festival seja justamente essa: o rock brasileiro continua encontrando público.</p>
<p>Em uma época em que a música nacional apresenta uma enorme variedade de gêneros e formatos, reunir uma multidão para acompanhar bandas que atravessam diferentes décadas demonstra que esses repertórios continuam relevantes.</p>
<p>O mais interessante é que o público não parece estar interessado apenas em reviver o passado. A presença das bandas pernambucanas mostra que existe também espaço para conhecer novos trabalhos.</p>
<p>Essa combinação entre memória e renovação pode ser um dos caminhos para o crescimento do festival.</p>
<p><strong>Uma noite que deixa boas perspectivas</strong></p>
<p>O Rock Rec Festival 2026 termina sua terceira edição com uma avaliação positiva principalmente pela capacidade de entregar aquilo que prometeu: uma grande celebração do rock brasileiro.</p>
<p>A Festa Cheia Produções também merece reconhecimento por apostar na continuidade de um projeto que já demonstra capacidade de reunir um público expressivo em torno do rock.</p>
<p>Não se trata apenas de colocar grandes bandas no mesmo cartaz. O desafio está em construir uma experiência que faça sentido para o público. E o Rock Rec parece estar avançando nessa direção.</p>
<p>A edição deste ano mostrou um festival mais consolidado, com identidade e uma proposta clara. Ao reunir gerações diferentes em torno de músicas conhecidas e abrir espaço para a produção local, o evento conseguiu criar uma noite que foi além da simples sequência de shows.</p>
<p>Para quem gosta de rock, o sábado (19) foi uma oportunidade de cantar, reencontrar músicas importantes e descobrir artistas. Para a cena cultural pernambucana, foi mais uma demonstração de que existe espaço para grandes eventos dedicados ao gênero.</p>
<p>Se as próximas edições mantiverem essa autenticidade de equilibrar grandes nomes, artistas locais e uma experiência coletiva forte, o Rock Rec Festival tende a continuar ocupando um espaço próprio entre os eventos musicais do País</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Novo audiovisual da Banda Pandora promete uma viagem musical pelos anos 80 e 90]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/novo-audiovisual-da-banda-pandora-promete-uma-viagem-musical-pelos-anos-80-e-90-30759</link>
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                    <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 00:52:24 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A banda Pandora já tem data marcada para um dos momentos mais importantes de sua trajetória.  Novo projeto audiovisual que promete transformar a noite em uma verdadeira viagem pelos grandes sucessos dos anos 80 e 90.</p>
<p>Com uma proposta marcada pela nostalgia, emoção e energia do pop rock, o espetáculo foi pensado para reunir diferentes gerações em torno de músicas que atravessaram décadas. A ideia é revisitar desde as baladas românticas que marcaram época até clássicos do rock que seguem presentes na memória afetiva do público.</p>
<p><b>Nostalgia e inovação no mesmo palco</b></p>
<p>Conhecida pela mistura entre sonoridade moderna e referências das décadas de ouro da música, a banda vem consolidando seu espaço no cenário nacional. Atualmente, a Pandora soma mais de 15 milhões de visualizações nas plataformas digitais e vive uma fase de crescimento após lançamentos recentes de grande repercussão.</p>
<p>Entre os destaques da trajetória está o single ‘Abra os Olhos pra Sonhar’, parceria com a banda Rosa’s, que alcançou o Top 3 nacional e o primeiro lugar na Região Sul no segmento pop rock por quatro meses consecutivos, segundo dados da Audiency.</p>
<p>Em 2024, o grupo lançou o audiovisual ‘Pra Sentir e Viver’ e, no ano seguinte, apresentou o DVD ‘Pandora Rock Baladas’, que se transformou em turnê pelos principais teatros do Sul do país.</p>
<p>Outro projeto que chamou atenção foi o single autoral ‘Vai com Medo Mesmo’, acompanhado de um clipe produzido inteiramente com Inteligência Artificial, reforçando a proposta da banda de unir nostalgia e inovação.</p>
<p><b>Formação original segue intacta</b></p>
<p>Natural da cidade de Feliz, no Rio Grande do Sul, a Pandora mantém sua formação original desde o início, com Xandi Gonçalves nos vocais, teclado e violão, Ivan Luz no baixo, Diego Schardong na bateria e programações, além de Samuel Pesan na guitarra e vocais.</p>
<p><b>Convite para reviver grandes clássicos</b></p>
<p>A gravação do DVD ‘Máquina do Tempo’ chega como um convite para reviver memórias, cantar clássicos e criar novas histórias em uma noite que promete ser especial para os fãs da banda e para os apaixonados pela música dos anos 80 e 90.<b></b></p>
<p>@bandapandoraoficial</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Festival de rock no Recife terá atrações nacionais e bandas pernambucanas]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/festival-de-rock-no-recife-tera-atracoes-nacionais-e-bandas-pernambucanas</link>
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                    <description><![CDATA[]]></description>

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                    <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 00:28:07 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p><i>Festival acontece no dia 19 de setembro, na área externa do Centro de Convenções, e aposta em encontro de gerações com três palcos</i></p>
<p>O rock brasileiro vai ganhar uma grande celebração no Recife no dia 19 de setembro. Na área externa do Centro de Convenções, o Rock Rec Festival reúne alguns dos nomes mais conhecidos do gênero no país em uma programação que atravessa diferentes décadas e estilos. A edição deste ano terá dois palcos principais e um palco dedicado ao cenário local, e se apresenta como o maior festival de rock do Nordeste.</p>
<p>A programação dos palcos principais reúne bandas que ajudaram a construir a história do rock nacional. Capital Inicial, Jota Quest, Biquini, Nação Zumbi, Camisa de Vênus e Charlie Brown Jr. estão entre as atrações confirmadas para o festival.</p>
<p>A escalação coloca lado a lado diferentes momentos do rock brasileiro. Do som que marcou os anos 1980 às bandas que ganharam força nas décadas seguintes, o festival aposta em músicas conhecidas por diferentes gerações e em shows que fazem parte da memória afetiva do público.</p>
<p>Mas a programação não fica restrita aos grandes nomes nacionais. O festival também reserva um palco inteiro para a cena local. No Palco Pernambuco, sete bandas terão espaço para apresentar seus trabalhos e representar a produção de rock feita na região. São elas: Macfly, Bob Tayson, Anabela, Papaninfa, Zero Bronca, Vitraz e Fantasma.</p>
<p>A presença dos artistas pernambucanos reforça uma característica histórica do Recife: a cidade que revelou nomes importantes para a música brasileira e que mantém uma cena de rock ativa, com bandas de diferentes gerações e propostas.</p>
<p>A realização é da Festa Cheia Produções. Os ingressos estão disponíveis a partir de R$ 130, pelo site da Bilheteria Digital, na loja Esposende do shopping RioMar, na loja Yoko Brazil Store, no bairro do Espinheiro, e na Chilli Beans do Caruaru Shopping. Outras informações podem ser acompanhadas pelo perfil @rockrecfestival.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Da dança à gestão circense, Karine Pissutti constrói trajetória de inovação no entretenimento]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/da-danca-a-gestao-circense-karine-pissutti-constroi-trajetoria-de-inovacao-no-entretenimento</link>
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                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:20:26 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Artista, diretora artística e empresária circense, Karine Pissutti construiu uma trajetória de mais de 20 anos dedicada às artes, à gestão cultural e ao entretenimento. Formada em Licenciatura em Dança e com MBA em Gestão Empresarial, atua na criação, direção e gestão de projetos culturais e circenses.</p>
<p>Em 2002, fundou a Cia Sorriso com Arte, onde desenvolveu e dirigiu espetáculos como Showtime, Asas de um Sonho, Menorah e Um Encanto de Natal. Sua experiência também inclui participações em programas de televisão, a direção artística das duas últimas aberturas do Teleton, no SBT, além de trabalhos no Patati Patatá Circo Show, Reder Circus e na gestão cultural do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Premiada com o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo, entre outros reconhecimentos, Karine também criou a Escola de Circo Sorriso com Arte, contribuindo para a formação de novos artistas.</p>
<p>Atualmente, é sócia-proprietária do Circo do Tiru, ao lado de Tirullipa, onde reúne sua experiência artística e empresarial em um projeto que mistura circo, humor, música e entretenimento.</p>
<p>Com uma carreira construída entre o palco, os bastidores e a gestão, Karine representa uma nova geração de lideranças do circo brasileiro, defendendo a inovação e a profissionalização do setor sem perder a essência da arte circense.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Tio Ander apresenta 'Tá tudo bem', novo single de seu projeto autoral]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/tio-ander-apresenta-ta-tudo-bem-novo-single-de-seu-projeto-autoral</link>
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                    <description><![CDATA[]]></description>

                                            <enclosure url="https://noticiar.com.br/uploads/images/202608/image_900x600_cb017a09a24968c4a5c16fabf08dbeae.png" length="822819" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:26:43 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><span>O cantor e compositor Tio Ander apresenta ao público 'Tá tudo bem', novo single de seu projeto autoral. A música chega às plataformas digitais como mais um passo na trajetória de um artista que vem construindo seu repertório a partir de experiências, sentimentos e situações do cotidiano.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com influências de rock, MPB, folk e samba, Tio Ander utiliza a nova canção para abordar o contraste entre aquilo que mostramos para as pessoas e o que realmente carregamos por dentro. A composição parte de uma expressão comum do dia a dia para criar uma reflexão sobre sentimentos que nem sempre são percebidos ou compartilhados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>'Tá tudo bem' é o terceiro lançamento do projeto autoral do artista, que também conta com as músicas 'Me leva daqui' e 'E eu que não sei rezar'. As três faixas apresentam diferentes possibilidades dentro de sua proposta musical, que busca unir referências diversas e uma escrita conectada às experiências humanas.</span></p>
<h2><span>Um novo capítulo do projeto autoral</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>Tio Ander iniciou sua trajetória autoral apresentando 'Me leva daqui', faixa que passeia pelo indie e pelo rock brasileiro. Na sequência, 'E eu que não sei rezar' trouxe uma atmosfera mais folk e intimista, construída em torno de voz e violão.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Agora, com 'Tá tudo bem', o artista amplia esse repertório com uma composição que olha para questões internas e para aquilo que pode permanecer escondido atrás de uma aparência de normalidade.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O novo single reforça a proposta de Tio Ander de transformar situações simples e observações do cotidiano em músicas que possam estabelecer uma conexão direta com quem escuta.</span></p>
<h2><span>Entre o rock e a música brasileira</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>A identidade musical de Tio Ander é formada por diferentes referências. O artista cresceu ouvindo nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga e The Beatles, influências que ajudam a explicar a presença do rock e de diferentes vertentes da música brasileira em seu trabalho.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Em vez de se prender a um único gênero, o projeto autoral transita por diferentes sonoridades. A conexão entre as músicas está na composição e no olhar do artista para experiências, sentimentos, relações e situações do cotidiano.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>'Tá tudo bem' segue esse caminho ao apresentar uma canção que pode ser interpretada a partir de diferentes experiências pessoais.</span></p>
<h2><span>O nome que virou identidade artística</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>A história de Tio Ander também está ligada à família.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O nome artístico surgiu a partir de um apelido criado com a chegada das crianças à família. Anderson passou a ser chamado de Tio Ander, e o termo que nasceu como uma forma carinhosa de tratamento acabou incorporado à sua identidade como cantor e compositor.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A escolha preserva uma ligação com sua história pessoal e também combina com a proximidade que o artista busca estabelecer por meio de suas músicas.</span></p>
<h2><span>Um repertório em construção</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com três singles, Tio Ander começa a apresentar ao público as diferentes faces de seu trabalho autoral.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>'Me leva daqui' mostrou uma vertente mais ligada ao indie e ao rock brasileiro. 'E eu que não sei rezar' trouxe uma abordagem folk e intimista. Já 'Tá tudo bem' amplia esse universo ao explorar questões relacionadas ao que sentimos e nem sempre conseguimos demonstrar.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O conjunto de músicas revela um artista interessado em experimentar diferentes atmosferas sem perder a essência de seu trabalho como compositor.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Mais do que seguir uma fórmula, Tio Ander constrói seu repertório a partir daquilo que observa, vive e transforma em música.</span></p>
<h2><span>'Tá tudo bem' chega às plataformas digitais</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>O novo single representa mais um movimento na construção da identidade artística de Tio Ander e amplia o repertório apresentado desde o início de sua carreira autoral.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com uma proposta que combina diferentes referências musicais e temas ligados ao cotidiano, o artista segue apresentando suas canções e criando as bases de um projeto que ainda está em expansão.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>'Tá tudo bem' chega como mais uma etapa dessa trajetória e convida o público a conhecer um pouco mais do universo musical de Tio Ander.</span></p>
<h3><span>Lançamentos</span></h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong><span>'Me leva daqui'</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><span>'E eu que não sei rezar'</span></strong></p>
<p><strong><span>'Tá tudo bem'</span></strong></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Tio Ander chega à música autoral com “Me leva daqui”]]></title>

                    <link>https://noticiar.com.br/tio-ander-chega-a-musica-autoral-com-me-leva-daqui</link>
                    <guid isPermaLink="true">https://noticiar.com.br/tio-ander-chega-a-musica-autoral-com-me-leva-daqui</guid>

                    <description><![CDATA[]]></description>

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                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:58:30 -0300</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Tathi Ferreira]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong><span>Artista brasileiro apresenta primeira canção autoral e revela projeto que transita entre o indie rock, a MPB e o folk</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O cantor e compositor </span><strong><span>Tio Ander</span></strong><span> iniciou sua trajetória na música com o lançamento de </span><em><span>“Me leva daqui”</span></em><span>, seu primeiro single, disponibilizado em 19 de junho de 2026 no Spotify e nas principais plataformas digitais. A faixa marca o início de um projeto autoral construído a partir de experiências, sentimentos e reflexões que, segundo o artista, muitas vezes são difíceis de colocar em palavras.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com influências do indie e do rock brasileiro, </span><em><span>“Me leva daqui”</span></em><span> apresenta uma formação de banda completa, com guitarra, baixo e bateria. A música parte de uma atmosfera mais intimista e cresce gradualmente até ganhar intensidade, acompanhando a temática da letra, que aborda o desejo de pertencer e a urgência de viver e sentir antes que tudo passe.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A identidade artística de Tio Ander também carrega uma história familiar. O nome surgiu quando, com a chegada das crianças da família, todos passaram a se chamar de “tio” e “tia”. A forma carinhosa de tratamento acabou incorporada ao projeto musical e se transformou no nome escolhido para representar sua carreira.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Criado ouvindo rock e diferentes expressões da música brasileira, o artista construiu uma sonoridade que passeia por gêneros como rock, MPB, folk e samba. Entre suas referências estão nomes como </span><strong><span>Caetano Veloso, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga e The Beatles</span></strong><span>, influências que ajudam a formar a identidade musical apresentada em sua estreia.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Na produção de </span><em><span>“Me leva daqui”</span></em><span>, Tio Ander assina a composição, os vocais e a direção criativa. A produção musical, instrumentação e gravação ficaram a cargo de </span><strong><span>Pedro Baldissera (Baldin)</span></strong><span>. A masterização foi realizada nos </span><strong><span>Abbey Road Studios</span></strong><span>, em Londres, levando ao lançamento independente um acabamento sonoro de padrão internacional. O projeto é lançado pelo selo próprio do artista, </span><strong><span>ARARA</span></strong><span>.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A estreia também abre caminho para uma sequência de lançamentos. Em </span><strong><span>3 de julho de 2026</span></strong><span>, Tio Ander apresentou o segundo single, </span><em><span>“E eu que não sei rezar”</span></em><span>, uma canção de folk intimista construída a partir de voz e violão. Escrita durante uma madrugada de insônia, a faixa explora uma atmosfera mais contemplativa e revela outro lado do artista.</span></p>
<p><span>Com os dois trabalhos, Tio Ander começa a apresentar uma proposta que combina intensidade e delicadeza. “Levei muito tempo para ter coragem de cantar o que era meu. Agora canto. São canções feitas do coração, com intenção, para quem quiser ouvir também de coração aberto”, afirma o cantor.</span></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
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