Conforto e rotina ajudam na escolha do sofá ideal
Arquiteta explica os principais critérios para acertar na compra
Mais do que um elemento decorativo, o sofá ocupa posição central nos ambientes sociais e influencia diretamente o conforto e a funcionalidade da casa. Segundo a arquiteta Juliana Faria, fatores como rotina dos moradores, tamanho do ambiente, circulação e ergonomia devem ser considerados antes da escolha do modelo ideal.
Presente em salas de estar, salas de TV, livings integrados e até varandas, o móvel precisa atender tanto às necessidades práticas quanto à proposta estética do projeto.
"É importante equilibrar conforto e beleza. O sofá deve ser agradável visualmente, mas sem abrir mão da ergonomia e da funcionalidade", afirma a profissional.
Cada ambiente pede uma solução
De acordo com Juliana, não existe um modelo único capaz de atender todos os espaços. A escolha varia conforme o uso principal do ambiente.
Em salas de TV, por exemplo, a recomendação é investir em modelos mais profundos e confortáveis, que permitam relaxar por longos períodos. Já em salas de estar voltadas para receber visitas, sofás com assentos mais firmes costumam funcionar melhor.
Nos imóveis com ambientes integrados, cada vez mais comuns nos grandes centros urbanos, a arquiteta sugere modelos híbridos, capazes de conciliar conforto, convivência e estética.
O que observar antes da compra
Entre os aspectos técnicos mais importantes estão a largura dos braços, a altura dos encostos, a profundidade dos assentos e o tipo de base.
Segundo Juliana, braços entre 15 e 20 centímetros costumam oferecer um bom equilíbrio entre conforto e aproveitamento do espaço. Já os encostos influenciam diretamente na percepção visual do ambiente, especialmente em plantas abertas.
Outro ponto valorizado pela profissional são os sofás elevados do piso, que ajudam a criar sensação de leveza e amplitude.
Formato influencia na circulação
O desenho do sofá também deve acompanhar a dinâmica de circulação dos moradores. Em espaços amplos e voltados para receber convidados, modelos do tipo ilha podem ser uma boa alternativa, pois acomodam mais pessoas e favorecem a interação entre os ambientes.
Já em áreas menores, versões compactas, com linhas leves e poucos elementos visuais, contribuem para uma circulação mais confortável.
Crianças e pets não impedem tecidos claros
Ao contrário do que muitos imaginam, a presença de crianças e animais de estimação não exige necessariamente tecidos escuros.
Segundo a arquiteta, os avanços da indústria têxtil permitem o uso de revestimentos mais claros, com tecnologias que facilitam a limpeza e aumentam a resistência contra manchas, líquidos e arranhões.
Cuidados aumentam a durabilidade
Para prolongar a vida útil do sofá, Juliana recomenda alguns cuidados básicos no dia a dia:
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Aspirar o móvel semanalmente;
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Limpar manchas assim que surgirem;
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Realizar higienização profissional periodicamente;
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Utilizar mantas protetoras;
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Evitar exposição direta ao sol para prevenir desbotamento.
Segundo a profissional, a combinação entre um bom projeto, escolha adequada dos materiais e manutenção correta é fundamental para garantir conforto e durabilidade por muitos anos.
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